Category: Exposições

EXPOSIÇÃO – VIDA NO SAPAL DE CASTRO MARIM E VILA REAL DE SANTO ANTÓNIO

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Inaugura no Centro de Investigação e Informação do Património de Cacela/CMVRSA, em Santa Rita, na antiga escola primária, no dia 19 de Julho, 4ª feira, pelas 18h00, a exposição VIDA NO SAPAL DE CASTRO MARIM E VILA REAL DE SANTO ANTÓNIO – Fotografias de Agostinho Gomes. Com o apoio da Câmara Municipal de Castro Marim

Sobre a exposição

A exposição apresenta um conjunto de cerca de 3 dezenas de fotografias sobre a vida na Reserva Natural do Sapal de Castro Marim e Vila Real de Santo António (RNSCMVRSA), nomeadamente as numerosas espécies de aves aquáticas que por lá passam, fazendo desta uma das áreas de maior interesse ornitológico do nosso país, legitimando o seu estatuto de zona húmida de importância internacional, que lhe é conferido pela Convenção de Ramsar. A “Vida no Sapal” é uma exposição inédita de uma reserva com o maior número de espécies de aves do país.

Sobre o fotógrafo

Agostinho Manuel Soromenho Gomes, natural de Castro Marim e residente em Vila Real de St. António, dedica-se, desde os anos 80, ao seu interesse pela avifauna da região do Baixo Guadiana. A sua paixão é agora traduzida nesta exposição, que surge como forma de sensibilização para a biodiversidade e necessidade de proteção das espécies existentes nesta área de importância internacional.

A exposição estará patente no CIIPC, Santa Rita até 15 de Setembro de 2017 e pode ser visitada de segunda a sexta-feira no seguinte horário: Julho e Agosto – das 9h00 às 15h00; Setembro – 9h00 – 13h00 e 14h00 –17h00.

Contamos consigo para a inauguração da exposição! Um momento especial, com a presença do fotógrafo, dia 19 de Julho, pelas 18h00, no CIIPC, em Santa Rita.

Informações

Centro de Investigação e Informação do Património de Cacela / Câmara Municipal de Vila Real de Santo António

Antiga Escola Primária de Santa Rita

Tel. / Fax: 281 952600; ciipcacela@gmail.com; https://ciipcacela.wordpress.com/

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Exposição DOCUMENTAR ALGARVE INTERIOR

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Inaugura no Centro de Investigação e Informação do Património de Cacela/CMVRSA, em Santa Rita, na antiga escola primária, no dia 2 de Junho, 6ª feira, pelas 18h00, a exposição Documentar o Algarve Interior”.

“Documentar Algarve Interior” é simultaneamente o nome do projeto e o mote para esta exposição que nos leva a relembrar algumas das tradições populares e práticas expressivas que ainda se mantêm vivas e fazem parte da memória e identidade coletiva do interior algarvio.

Através de fotografias e histórias em filme pretende-se ilustrar verbal e visualmente o património cultural (imaterial e material), os territórios e as suas gentes enquanto verdadeiros protagonistas deste trabalho.

O projeto Documentar Algarve Interior tem como objetivos contribuir para a valorização do Património Cultural Local e promover a dinâmica em torno das Atividades Criativas ligadas à produção audiovisual na região. Os conteúdos vídeo foram realizados em colaboração com talentos criativos (filmmakers) locais, entre os anos 2010-2015. Esta iniciativa da associação Algarve Film Commission teve o apoio financeiro do PRODER e incidiu sobre os concelhos de Albufeira, Alcoutim, Castro Marim, Faro, Loulé, São Brás de Alportel, Tavira e Vila Real de Santo António.

A Exposição “Documentar Algarve Interior” é composta por 30 (trinta) fotografias e 9 curtas-metragens documentais, cuja tipologia se aproxima do registo etnográfico. A sessão de exibição dos filmes, com imagens recolhidas nos territórios acima mencionados, tem a duração aproximada de 60 minutos e legendas em inglês.

A exposição estará patente no CIIPC, Santa Rita até 7 de Julho de 2017 e pode ser visitada de segunda a sexta-feira no seguinte horário: 9h00 -13h00 e 14h00 – 17h00.

Informações

Centro de Investigação e Informação do Património de Cacela / Câmara Municipal de Vila Real de Santo António

Antiga Escola Primária de Santa Rita

Tel.  281 952600; ciipcacela@gmail.com

 

EXPOSIÇÃO – OS “MAIOS” E AS TRADIÇÕES FESTIVAS DO INÍCIO DE MAIO

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O primeiro dia de Maio é no Algarve dia de festa. Na região, a entrada no mês de Maio era assinalada com giestas penduradas nas portas para afastar o “Maio” (entidade maligna, personificação das forças negativas do Inverno). Logo pela manhã “atacava-se o Maio” comendo figos, ou bolo de figo, acompanhados por aguardente de medronho. Ao meio da manhã é ainda costume começarem-se a preparar os piqueniques familiares no campo, junto às ribeiras, onde não faltam os caracóis.

Em muitos lugares, ainda se fazem e colocam na rua, à porta das casas e ao longo das estradas, os Maios. Estes bonecos representando pessoas, em tamanho natural, cheios com palha, trapos, jornais amachucados e vestidos com roupa usada, são feitos pelas populações e acompanhados de reproduções de animais, objetos de uso comum, encenando actividades quotidianas, com dizeres a propósito em prosa ou verso.

Ainda está viva na memória dos mais velhos a tradição irem as moças para o campo apanhar flores, para enfeitar a casa e o trono onde era sentada a Maia, uma menina vestida de branco e embelezada com fitas e coroas flores.

Todas estas tradições festivas são reminiscências de costumes arcaicos ligados ao fim do Inverno e ao eclodir da Primavera. Assinalam a renovação natureza e simbolizavam o poder fecundante da vegetação que desabrocha.

Nesta exposição recordamos estas antigas tradições festivas e, para quem não teve oportunidade de visitar Santa Rita nos dia 30 de Abril ou 1 de Maio, mostramos alguns dos Maios que saíram à rua nesses dias, concebidos com a população local a partir provérbios da nossa tradição oral.

EXPOSIÇÃO: ALGARVE – SORTIDO RICO DE IMAGENS DE UMA ARQUITETURA EVANESCENTE

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EXPOSIÇÃO

ALGARVE – SORTIDO RICO DE IMAGENS DE UMA ARQUITETURA EVANESCENTE

Fotografias de Filipe da Palma

De 16 de Março a 30 de Abril

Centro de Investigação e Informação do Património de Cacela /CMVRSA

Antiga Escola Primária de Santa Rita

Inaugura no Centro de Investigação e Informação do Património de Cacela/CMVRSA, em Santa Rita, na antiga escola primária, no dia 16 de Março, 5ª feira, pelas 17h30, a exposição ALGARVE – SORTIDO RICO DE IMAGENS DE UMA ARQUITETURA EVANESCENTE – Fotografias de Filipe da Palma.

Sobre a exposição

“Uma arquitetura como reflexo de uma região, comportando ao longo de várias décadas, soluções variadas do viver e do sentir a paisagem. Testemunhos resilientes e ainda pulsantes nos interstícios do padronizado cimento, salpicando a região, constituindo-se em testemunhos de um Algarve multifacetado em suas formas, cores e texturas. A exposição concebida e aqui mostrada tem como objetivo mostrar essa rica diversidade de soluções cuja existência porque não interiorizada como património coletivo da região sofre um diário e indelével depauperamento. Por se constituir em breve mostruário de tão fecunda originalidade valerá enquanto sortido rico de imagens elucidativas da mesma.” (Filipe da Palma)

Sobre o fotógrafo

Filipe da Palma, São Brás de Alportel, 1971. Apaixonado pelo Algarve e fotógrafo há mais de 20 anos.

A exposição estará patente no CIIPC, Santa Rita até 30 de Abril de 2017 e pode ser visitada de segunda a sexta-feira no seguinte horário: 9h00 -13h00 e 14h00 – 17h00.

Contamos consigo para a inauguração da exposição! Um momento especial, com a presença do fotógrafo, dia 16 de Março, pelas 17h30, no CIIPC, em Santa Rita.

Informações

Centro de Investigação e Informação do Património de Cacela / Câmara Municipal de Vila Real de Santo António

Antiga Escola Primária de Santa Rita

Tel. 281 952600; ciipcacela@gmail.com

https://ciipcacela.wordpress.com/

 

Horário

De segunda a sexta-feira

9h00 – 13h00 e 14h00-17h00

 

 

PRESÉPIO ALGARVIO NO CIIPC

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PRESÉPIO ALGARVIO

Elaborado com a comunidade de Santa Rita

De 9 de Dezembro a 6 de Janeiro

Centro de Investigação e Informação do Património de Cacela /CMVRSA

Antiga Escola Primária de Santa Rita

Este ano o Centro de Investigação e Informação do Património de Cacela /CMVRSA armou um presépio algarvio com a participação dos habitantes de Santa Rita.

No Algarve, em Dezembro era costume armar-se o presépio e o “altarinho” de cariz popular. Nas casas, em cima da cómoda, elevado ao centro em degraus, colocava-se o menino Jesus, cercado de searinhas, laranjas e outros frutos, votos de pão e de prosperidade para a família. Trata-se de uma tradição muito antiga que parece remontar no Algarve pelo menos à Idade Média.

As searinhas são semeadas por tradição no dia 8 de Dezembro, dia de N. Sra da Conceição, na continuidade dos antigos cultos da fertilidade, numa altura em que nos campos se fazem as sementeiras. Os grãos de trigo, centeio, cevada são colocados a germinar em latinhas de conserva ou pires e mantidos húmidos enquanto germinam. São oferecidas ao menino Jesus com o pedido de boas colheitas.

Esta antiga tradição associada ao Natal ajuda-nos a compreender a dimensão de incerteza que acompanhava a actividade agrícola nas sociedades passadas e a necessidade que havia de, ao longo do calendário festivo, através de práticas e intervenções rituais e simbólicas, estabelecer ligação com as entidades divinas, pedindo que intercedessem para proteger e propiciar o eterno renascer da natureza, a fertilidade da terra, garante da sua sobrevivência.

Visite-nos no seguinte horário

De segunda a sexta-feira

9h00 – 13h00 e 14h00 – 17h00

 

EXPOSIÇÃO “CANA E LUZ”

Vilma André

De 5 Novembro a 6 de Dezembro

Inauguração – Sábado, dia 5 Novembro às 16h30

Centro de Investigação e Informação do Património de Cacela /CMVRSA

Antiga Escola Primária de Santa Rita

 

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Sobre a exposição

No seguimento das experiências que têm vindo a ser feitas desde 2012 junto de artesãos que trabalham a técnica da cestaria na zona do Baixo Guadiana e que exploram o potencial da cana para o uso contemporâneo, inaugura dia 5 de Novembro no CIIPC, Santa Rita, a exposição “Cana e luz”. A coleção de peças que se apresenta revela um profundo respeito pela última geração de pessoas que preserva a memória de um tempo em que esta, e outras técnicas, eram usadas para a lida do quotidiano, a fim de solucionar problemas com os recursos que tinham à mão. Aprendida a técnica desde muito cedo, criavam objectos para agilizar tarefas desde a agricultura até à pesca (e não é esse o principio do design?).

É através desse olhar que surge a vontade de dar continuidade a algo tão humano, plástico e genuíno, e por isso mesmo carregado de um potencial criativo que, enquanto houver humanidade e o reconhecimento da sua história, nunca se esgotará.

Na exposição, as peças são destacadas através da luz, como um caminho possível, entre tantos outros. Um exercício que abre espaço a novas ideias e tenta explorar o potencial de uma possível produção e adaptação aos dias de hoje, repensando a técnica além da forma e do uso a que estamos acostumados.

Sobre Vilma André

Natural de Castro Marim, aos 18 anos rumou a Lisboa e licenciou-se em design de equipamento pela Faculdade de Belas Artes (2008). A sua criatividade, o seu gosto pela descoberta e sentido exploratório conduziu-a a um percurso profissional diversificado que já passou por Lisboa, Barcelona, Pirenéus, Bilbao, Amesterdão, Porto, Castro Marim, e outros lugares. Desempenhando cargos de design, docência, instalação, investigação, gestão e coordenação. Nessa caminhada colaborou com os designers Gerard Moliné, Maria Blaisse, Marcelo Rosenbaum, Katja Gruijters, João Abreu Valente, entre outros. No Sul e Centro do país já fez exposições colectivas e a solo, participou em residências artísticas e performances.

Sempre numa perspectiva de design, instalação, investigação e interrogação, a sua criatividade flui entre as matérias naturais, gastronomia, saúde e educação, escrita e movimento.

A exposição estará patente no CIIPC, Santa Rita até 6 de Dezembro deste ano e pode ser visitada de segunda a sexta-feira no seguinte horário: 9h00 -13h00 e 14h00 – 17h00.

Contamos consigo para a inauguração da exposição! Um momento especial, com a presença da artista, dia 5 de Novembro (Sábado), pelas 16h30, no CIIPC, em Santa Rita.

No âmbito da exposição realizar-se-á no CIIPC no dia 12 de Novembro (Sábado), das 15h00 às 18h00 a OFICINA “Entrançar a cana: cestos e outras experiências” com o cesteiro Diamantino Romeirinha, dirigida a miúdos (a partir dos 6 anos) e graúdos. Necessária inscrição prévia

Informações

Centro de Investigação e Informação do Património de Cacela / Câmara Municipal de Vila Real de Santo António

Antiga Escola Primária de Santa Rita

Tel. / Fax: 281 952600    ciipcacela@gmail.com    https://ciipcacela.wordpress.com/

 

 

 

Percurso PASSOS CONTADOS “A tradição cerâmica em Santa Rita a partir de vestígios materiais e memórias orais” + Exposição Olaria em Santa Rita (Domingo, 11 Setembro)

Continuam em Setembro os “Passos Contados”, passeios pedestres de interpretação da paisagem, com o percurso:

A tradição cerâmica em Santa Rita a partir de vestígios materiais e memórias orais

Com a equipa do CIIPC e habitantes locais

11 Setembro (Domingo) Ponto de encontro: 9.30 em Santa Rita

Na pequena aldeia de Santa Rita desenvolveu-se uma tradição oleira com sucessivos herdeiros, até meados do século XX. Através das memórias orais de filhos, netos e habitantes da aldeia e de peças que ainda subsistem, foi possível reconstruir parte deste antigo saber-fazer.

Na Olaria Rosa que se manteve em funcionamento até aos anos 50-60, altura em que os plásticos e alumínios vieram concorrer com as loiças de barro, eram feitos alguidares para amassar o pão, potes para conservar as azeitonas, panelas para cozinhar no lume de chão, cântaros para transportar água e infusas para a manter fresca, utensílios essenciais no quotidiano das populações.

O barro de boa qualidade era extraído manualmente de barreiros nas proximidades. A qualidade e disponibilidade da argila foi também o motivo que propiciou a instalação, na década de 1930/40, de um telheiro para produção de telhas e tijolos, a nascente da aldeia, do qual restam as ruínas de um dos fornos. Persistem hoje, na tradição oral, antigas lendas de mouros e tesouros, que atestam a antiguidade da utilização das terras argilosas do Serro dos Barros para a produção de telhas e ladrilhos e conferem uma dimensão simbólica ao local.

No mesmo dia, durante o passeio, inauguraremos a Exposição “OLARIA EM SANTA RITA. Objectos, usos e memórias” que estará patente até 30 de Outubro, podendo ser visitada de segunda a sexta-feira entre as 9h00 – 13h00 e 14h00-17h00. Na exposição reúnem-se algumas peças produzidas na Olaria Rosa de Santa Rita, memórias dos seus usos e regista-se a tradição ainda viva na aldeia de aplicar gatos nas peças partidas.

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Informações

Os percursos realizam-se aos Sábados e Domingos, entre Abril e Outubro. Pontos de encontro em Santa Rita no CIIPC (antiga escola primária), ou em Vila Real de Santo António, consoante o percurso.

A organização reserva-se o direito de anular a realização de percursos caso se verifiquem condições climatéricas adversas.

Inscrições

Centro de Investigação e Informação do Património de Cacela/CMVRSA

Antiga Escola Primária de Santa Rita

Tel. 281 952600 | ciipcacela@gmail.com | https://ciipcacela.wordpress.com

As participações são limitadas. Inscreva-se com antecedência, deixando o nome e contacto e remetendo a ficha de inscrição em anexo.

Valor de inscrição – 3€.